Roteiro Califórnia: uma viagem de carro pela Costa Oeste dos EUA

Confesso que fazer uma viagem de carro pela Costa Oeste dos Estados Unidos não era um sonho por aqui… a coisa caiu meio que de paraquedas no nosso colo. Uma passagem na promoção, um tempo livre na agenda e lá estávamos nós à caminho da Califórnia. O resultado? Uma das viagens mais lindas e divertidas que já fizemos. Não sei se foi a falta de expectativas ou se a “Califa” é mesmo um lugar de sonhos (talvez você possa me responder vendo as fotos e o vídeo que preparamos!), o que importa é que voltamos de lá apaixonados e – como não poderia deixar de ser – cheios de dicas bacanas a compartilhar. Pra começar, que tal um “Roteiro Califórnia” com tudo o que você precisa saber para começar a planejar sua road trip? Nas linhas abaixo, você encontra detalhes do roteiro que fizemos e confere nossas sugestões sobre quantos dias ficar, quais cidades conhecer, quais estradas escolher, etc.

 

 

ROTEIRO CALIFÓRNIA: O NOSSO ROTEIRO PELA COSTA OESTE

Ao todo, nossa viagem teve um total de 10 noites – divididas entre Califórnia e Nevada (mais precisamente Vegas – sobre a qual falaremos num post futuro). Foi pouco. Apesar de termos visto tudo o que planejávamos ver nesta primeira viagem, o tempo foi corrido e teríamos ficado muitos outros dias mais. Saímos de lá sabendo que deixamos muito o que ver e ansiosos por um repeteco mais demorado.

 

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Chegamos por Los Angeles, em um voo da Copa com conexão na Cidade do Panamá. Para mim, em se tratando de voos com conexão, esta é uma das melhores opções para quem deseja conhecer Los Angeles – que, convenhamos, é longe pra burro! Rs. Como o Aeroporto Internacional Tocumen fica bem no meio do caminho entre o Rio (de onde saímos) e LA, não há desvio na rota e o tempo total de viagem acaba sendo bastante razoável. Foram cerca de 16h50 de trajeto, já incluindo o tempo de espera no Panamá. Nada mal, não?

Nosso roteiro incluiu: 3 noites em Los Angeles + 2 noites em São Francisco + 1 noite em Bakersfield (ainda na Califórnia, numa parada estratégica entre SF e Las Vegas) + 3 noites em Las Vegas + 1 noite em Los Angeles.

O que foi suficiente e o que não foi? Quantos dias você deveria ficar em cada cidade? O que vimos durante esse tempo? Por qual estrada escolhemos seguir? O que faltou em nosso roteiro e não pode faltar no seu? Destrinchamos abaixo estas questões de maneira resumida, como uma forma de lhe guiar primariamente no planejamento de seu roteiro de road trip. Mais detalhes sobre cada uma das cidades listadas estarão em posts específicos! 😉

 

 

LOS ANGELES – QUANTOS DIAS FICAR E O QUE VER?

Los Angeles é uma grande metrópole, a segunda maior cidade dos Estados Unidos (em termos de densidade populacional). É daquelas cidades onde a gente pode passar uma vida e mesmo assim ainda vai faltar o que ver ou vivenciar. Se você se contenta em visitar apenas seus pontos turísticos mais relevantes, diria que é possível conhece-la em 5 ou 6 dias.

Para dicas sobre hospedagem, o que fazer, clima, aluguel de carro e muito mais, veja o post específico sobre a cidade em: Viagem para Los Angeles – Dicas espertas para você planejar a sua!

 

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SUGESTÃO DE ROTEIRO:

1º dia – Hollywood e Observatório Griffith – Afinal de contas, ir a Los Angeles e não ver o famoso letreiro e a Calçada da Fama, chega a ser pior do que ir a Roma e não ver o Papa! Rs… Terminar o dia no mirante do Observatório Griffith, além de lindo, é uma excelente forma de vislumbrar toda a cidade e, consequentemente, seus próximos dias!

2º dia – Beverly Hills e Santa Mônica – Comece o dia passeando pelas ruas de Beverly Hills e tente não babar por cada uma das casas lindas e vitrines escandalosas que você verá passar… termine em Santa Mônica, vendo o pôr-do-Sol no píer e caminhando à noite pela 3rd Street, enquanto prestigia os artistas de rua (gênios!) que dão seu show por ali.

3º dia –  Santa Mônica, Venice Beach e Marina del Rey – Santa Mônica de novo? Sim. Vale a pena curtir aquele pedacinho de paraíso também pela manhã. Você pode alugar uma bike e seguir passeando até Venice Beach, local especial que parece viver numa realidade paralela a Los Angeles. Mais adiante um bocadinho está a Marina del Rey e você pode simplesmente passear pelos barcos e iates que encontrará por ali ou mesmo alugar um. Caiaques e SUPs também são fáceis de encontrar! Nada mal conhecer Los Angeles através do Pacífico, não?

4º dia – Camarillo Premium Outlet, Santa Bárbara e Malibu – Se viajar aos Estados Unidos é sinônimo de compras para você, começar o dia no Camarillo Premium Outlet é uma excelente pedida. Ao deixar o shopping, opte por voltar a Los Angeles através do litoral e aproveite para conhecer a charmosa Santa Bárbara e as mansões de Malibu.

5º dia – Paramount / Sony / Warner – Conhecer um estúdio de cinema ou assistir a gravação de sua série favorita é um verdadeiro sonho pra muita gente. Eu mesma morria de vontade, mas por conta do pouco tempo que tínhamos, deixei para a próxima. A visita precisa ser agendada com antecedência e leva boa parte do dia. Os tours mais completos duram, em geral, entre 4 e 5 horas. Se a sua ideia é assistir à gravação das séries, acrescente mais algumas horas à conta. O ideal é separar um dia todinho para um único estúdio!

6º dia – Disneyland / Universal Studios – Por último, que tal liberar a criança que existe dentro de você ou fazer a alegria dos pequenos da família? Os parques temáticos de Los Angeles e região (a Disneyland fica em Anaheim) são uma boa – e animada – maneira de finalizar sua passagem por ali! Escolha um deles e prepare-se para a diversão!

 

 

SÃO FRANCISCO – QUANTOS DIAS FICAR E O QUE VER?

São Francisco também é uma cidade grande. Não tanto quanto Los Angeles – ela é a 13ª cidade mais populosa dos Estados Unidos mas, ainda assim grande e cheia de atrações e atividades. Ficamos por lá por apenas 2 noites e deu vontade de alongar a estada… penso que 5 dias sejam suficientes para desbravá-la com mais calma e atenção. Se você quiser conhecer também as vinícolas de Napa Valley e/ou o Vale do Silício e/ou o Yosemite considere acrescentar mais algumas noites na conta.

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SUGESTÃO DE ROTEIRO:

1º dia – Fisherman’s Wharf e Lombard Street – O Fisherman’s Wharf, talvez, seja a área turística mais concorridas de São Francisco. Rola um ar “turistão”, mas confie: ainda assim, é uma delícia passear por ali. No Píer 39, lojas, restaurantes e shows ao ar livre dividem espaço com uma colônia de leões marinhos simpáticos que já viraram atração. Dali, siga para a Lombard Street. Após 20 minutinhos de caminhada você chegará à ladeira mais famosa (e linda!) de São Francisco. Da parte de baixo você fará as melhores fotos de suas curvas, da parte de cima consegue bons ângulos da cidade e da baía.

2º dia – Golden Gate e Sausalito – Ela é o maior cartão-postal de São Francisco (há quem defenda que de toda a Califórnia) e obviamente você vai querer vê-la de perto quando estiver por lá. A Golden Gate é realmente impressionante e atravessá-la é desejo de quase todos os turistas por ali. A melhor forma de viver esta experiência, na minha opinião, é de bike (que você aluga com tranquilidade em SF). Assim você consegue parar nos mirantes com calma e apreciar 100% do passeio sem pressa. Do “lado de lá” está Sausalito, uma cidadezinha graciosa e arborizada que também rende momentos agradabilíssimos. Na volta, uma boa opção é pegar o ferry (com a bike mesmo!)… enquanto descansa da pedalada, aproveita um super visual da baía de São Francisco.

3º dia – Alamo Square, Golden Gate Park e Twin Peaks –  Comece o dia conhecendo as Painted Ladies, as casinhas coloridas e super charmosas em estilo vitoriano que encantam 10 em cada 10 turistas que visitam a cidade. De lá, parta para uma tarde ao ar livre no Golden Gate Park. Por fim, se ainda tiver pique e se o céu estiver aberto, vale subir os mais de 280m do Twin Peaks. Ele é o segundo ponto mais alto da cidade e oferece um visual belíssimo em 360 graus.

4º dia – Chinatown e Union Square – São Francisco possui a maior comunidade chinesa do continente americano e sua Chinatown é a segunda maior do país. Não por menos, virou ponto turístico obrigatório nos roteiros da cidade. Como não poderia deixar de ser, o carro-chefe ali são as compras (quase sempre resumidas a artesanatos e “quinquilharias”), mas a visita também vale pela arquitetura. Ainda seguindo o ritmo consumista, a Union Square (e seus arredores) é uma opção legal para compras mais “convencionais”. Apple, Saks, Macy’s, Nike, Zara, Hermès… você encontra de um tudo por ali!

5º dia – Alcatraz – Ela já foi base militar e prisão de segurança máxima – quando até Al Capone esteve por ali. Hoje em dia, recebe visitantes curiosos com seu passado e ansiosos por ver de perto como viviam seus prisioneiros. O passeio também rende fotos bacanas por novos ângulos de São Francisco. Só não vale deixar pra última hora… quem deseja visitar Alcatraz deve se programar e reservar o passeio com antecendência.

 

 

PACIFIC COAST HIGHWAY – REALMENTE VALE A PENA OPTAR PELO CAMINHO MAIS LONGO?

Ao longo de minha pesquisa, enquanto planejávamos o nosso roteiro, me deparei com muita gente falando sobre a Pacific Coast Highway – também conhecida como Highway 1. Os relatos eram sempre muito positivos. O cenário, diziam, era de fazer cair o queixo. Precisava mesmo ser para fazer valer a pena. Quem opta por fazer o trecho Los Angeles – São Francisco (e vice-versa) pela Pacific Coast Highway leva, mais ou menos, 3 horas a mais de viagem do que aqueles que fazem o trajeto pela rodovia expressa. Uma diferença grande, principalmente quando você não tem dias de sobra no roteiro…

Foi também pesquisando por aí que descobri que a melhor forma de cruzar a Pacific Coast Highway é no sentido Norte – Sul, ou seja, de São Francisco a Los Angeles. Com a pista margeando o litoral, a viagem fica mais bonita e é mais fácil parar nos mirantes (são muitos, ao longo de toda a via).

De posse destas informações, decidimos: vamos subir de Los Angeles a São Francisco por dentro e descer de São Francisco a Los Angeles pelo litoral. Assim, além de economizarmos tempo em um dos percursos, poderíamos avaliar com maior precisão o que realmente vale mais a pena. Abaixo, você confere no mapa os nossos percursos.


Roteiro Califórnia: Trajeto 1 – Los Angeles -> São Francisco [via I-5 (600km)]

Roteiro Califórnia: Trajeto 2 – São Francisco -> Monterey -> Carmel -> Bakersfield [via Pacific Coast Hwy e CA-46 (570km)]

Depois da experiência, te digo com o coração cheio de certeza: tudo o que dizem de lindo sobre a Highway 1 é pouco. A viagem, espremida entre o Pacífico e as montanhas é realmente demorada – há muitas curvas, a velocidade é limitada e os pontos de ultrapassagem são raros -, mas isso não é um problema… pelo contrário, a gente termina o trajeto com o coração apertado, desejando mais, certo de ter vivido uma das experiências mais lindas da vida!

Minha sugestão? Se tempo não for um problema pra você, vale a pena fazer a viagem através da Pacific Coast Highway nos dois sentidos e até mesmo passar uma (ou algumas) noites nas cidades do caminho – falarei sobre Carmel e Monterey abaixo. Se, por outro lado, o seu tempo é curto e você não tem dias sobrando, cruze a Pacific Coast Highway ao menos uma vez, na ida ou na volta, mas não deixe de viver esta experiência. Pare por algumas horinhas nas encantadoras Carmel e Monterey, surpreenda-se com as cores saturadas do Pacífico e a natureza selvagem que o margeia e morra de amores pelas centenas de elefantes marinhos em Piedras Blancas. Te juro, você não vai se arrepender!

 

 

CARMEL E MONTEREY – VALE A PENA PERNOITAR? O QUE ESPERAR DELAS?

Vou fazer um paralelo acreditando que você saberá salvar as devidas proporções, ok? Carmel e Monterey são algo como Búzios (no Rio de Janeiro) ou a Praia do Forte (em Salvador). Cidades pequeninas, litorâneas, aconchegantes e cheias de charme. Ficam no caminho entre Los Angeles e São Francisco (a cerca de 180km desta última) e são uma boa pedida para esticar as pernas no meio do caminho ou, até mesmo, para uma parada mais longa com pernoite a fim de dividir a longa viagem.

Carmel-by-the-Sea (esse é o nome completo, mas a gente acaba chamando só de Carmel mesmo! Rs.) parece saída de um livro. Com uma arquitetura toda peculiar, jeitinho romântico, ruas arborizadas e flores enfeitando o caminho, é delicioso se perder por ali. Por fim, não vá embora sem antes conhecer sua praia. Areia branquinha e água cristalina são a combinação perfeita e, dizem, com um pouco de sorte é possível ver golfinhos nadando no horizonte. Nossa passagem por Carmel foi rápida, sem golfinhos, mas nem por isso menos especial. Dá pra conhecer em uma manhã? Dá. Eu ficaria mais tempo? Ficaria! Rs… Ficamos encantados com a cidade e numa próxima, certamente reservaremos ao menos uma noite por ali.

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Famosa por seu aquário, na minha opinião, Monterey não é lá tão charmosa quanto sua vizinha Carmel, mas também rende um passeio gostoso. Como tínhamos pouco tempo e não tínhamos interesse em visitar o aquário, nossa passagem por Monterey se resumiu a uma caminhada pela Cannery Row (a rua mais “badalada” da cidade) e alguns minutos no píer, curtindo o visual do Pacífico. Quem tem mais tempo pode percorrer a orla em passeios de bike, visitar o Fisherman’s Wharf e até mesmo fazer passeios de barco para avistamento de baleias e golfinhos.

 

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BAKERSFIELD – UMA BOA PEDIDA PARA QUEM SEGUE RUMO A VEGAS!

Se você não pretende combinar sua road trip pela Califórnia com uma esticada até Las Vegas, pode pular pro próximo tópico. Se a sua ideia é reservar alguns dias para conhecer os mais famosos cassinos do mundo, atente-se a esta dica. E não deixe de ler o post: Viagem para Las Vegas – um guia com tudo o que você precisa saber!

Muita gente me pergunta qual é a melhor forma de incorporar Las Vegas em uma viagem de carro pela Califórnia. Bom, a melhor forma é relativa… o que é bacana pra mim, pode não ser pra você. O que funcionou no meu roteiro, pode – por uma série de motivos, inclusive logística – não funcionar no seu. Mas vamos lá… Deixa eu te contar como fiz.

Depois de visitar Los Angeles e São Francisco, era hora de partir rumo a Nevada. A viagem, de São Francisco a Las Vegas (pegando o máximo possível da Pacific Coast Highway) seria bastante longa e demorada. Cerca de 1000 km, algo em torno de 11 horas de viagem. Como ainda queríamos parar em Carmel e Monterey e sabíamos que não resistiríamos aos tantos mirantes ao longo do caminho, nossa previsão era de que esse trajeto fosse ainda mais arrastado. Mesmo que fôssemos dividir a direção, decidimos que seria muito puxado encarar 15, 16 horas de viagem em um único dia. A solução foi pernoitar no meio do caminho e Bakersfield surgiu como uma excelente opção.

Bakersfield ficava quase exatamente no meio do nosso caminho. Seriam 576km na primeira perna e 461km na segunda perna. Poderíamos percorrer a Pacific Coast Highway com calma, sairíamos da litorânea já quase no final do dia e percorreríamos o trecho mais “sem graça” da viagem já com o Sol se pondo. No dia seguinte, teríamos o dia claro para aproveitar as paisagens do Deserto de Mojave. O planejamento foi um gol de letra e conseguimos aproveitar super bem a nossa viagem!

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De Bakersfield de fato tenho poucas lembranças… A cidade não é lá muito grande. Chegamos quando já era noite e, antes de irmos para o hotel, demos aquela passada rápida no mercado. A surpresa boa foi encontrar uma maior variedade e preços mais em conta do que os que havíamos visto no resto da Califórnia. Excelente para quem não resiste às bugingangas do Walmart. O hotel, da rede Hampton Inn, era simples, sem luxos mas bastante confortável e com precinho camarada. Uma parada prática e funcional.

 

ROTEIRO CALIFÓRNIA: ALUGUEL DE CARRO – DICAS PARA DIRIGIR NA CALIFÓRNIA.

Há algum tempo atrás, eu fiz um apanhado de dicas para quem pretende dirigir na Califórnia. Elas estão no post: Alugar carro na Califórnia: Vale ou não a pena?

Lá você vai encontrar detalhes sobre as estradas, pedágios, preço do combustível, estacionamentos, locadoras e preços de locação e documentos necessários para o aluguel. O que posso te dizer, em resumo, é que alugar um carro na Califórnia é fácil e relativamente barato. Para nós, foi a melhor opção e a que sempre recomendamos aos amigos.

Por último, lembre-se que, embora quase nunca seja solicitada, a PID – Permissão Internacional para Dirigir – é um documento obrigatório para os brasileiros que pretendem estar motorizados nos Estados Unidos. Pode ser que você viaje, alugue um carro e passe dias tranquilos sem ela… pode ser que seja solicitado ainda no momento do aluguel. Para não correr o risco de ter férias frustradas, vale a pena emitir a sua. O processo é fácil e bastante rápido e eu contei tudo sobre ele no post: PID – Permissão Internacional para Dirigir. O que é e como solicitar?

 

 

SAN DIEGO: FICOU PRA PRÓXIMA…

Dizem que toda viagem precisa terminar com uma carência. Assim a gente tem uma desculpa fácil pra voltar. No nosso caso, San Diego é o motivo. O tempo para o nosso “Roteiro Califórnia” era curto e não dava pra ver tudo, algo tinha que ficar de fora e na nossa listinha de prioridades (e também por uma questão logística) San Diego veio por último.

Se você tiver mais tempo que nós, ou se estiver planejando uma road trip que abranja apenas a Califórnia, incluir San Diego em seu roteiro é uma escolha acertada. A cidade possui inúmeros atrativos e quem já esteve por lá jura que é imperdível! Se este é o seu caso, o site da RBBV – Rede Brasileira de Blogueiros de Viagens – é uma boa fonte de pesquisa. Nele você consegue encontrar uma lista completinha de blogs que passaram por San Diego e fizeram posts sobre a cidade!

 

 

Leu o nosso roteiro Califórnia até aqui? Que tal continuar navegando pelo Imagina na Viagem?
Para mais sobre Estados Unidos leia também:

Os melhores outlets dos Estados Unidos
Compras em Miami: 5 dicas preciosas!

 

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3 Comentários

  1. Cibele Cristina de Souza
    15 de Fevereiro de 2018 at 22:25 — Responder

    Olá, tudo bem? Amei seu post! Estou planejando essa roda trio para Outubro. Me tire uma dúvida. Vc reservou os hotéis com antecedência ou foi se hospedando conforme a viagem acontecia? Estou super em dúvida, pois tenho medo de não fazer reservas e acabar perdendo dinheiro ou fazer reservas e ficar presa a horários.

    • 17 de Fevereiro de 2018 at 21:01 — Responder

      Oi Cibele! Fico muito feliz por saber que gostou! 🙂

      Bom… Viajar sem hotéis reservados é uma coisa que ainda tá na minha wish list! Tanto nesta viagem da Califórnia quanto em todas as outras que fiz até hoje, as reservas de hotel foram feitas antecipadamente, ainda aqui no Brasil.

      Pra ser bem franca, a gente até pensou em fazer a road trip da Califórnia nesse esquema mais livre… teria sido uma delícia, com certeza. No entanto, alguns pontos me fizeram estremecer. Em primeiro lugar, o valor das diárias. Diferentemente de outros destinos americanos, não achei os hotéis por lá muito baratos, não… e reservar antecipadamente é – quase sempre – garantia de melhor preço, né? Além disso, havia a preocupação de encontrar um hotel bem localizado (SF e LA, por exemplo, são cidades bem grandes e a localização influencia muito no sucesso da estada!) e com facilidade de estacionamento. Nem todos oferecem estacionamento privativo para os hóspedes e quando oferecem, muitos deles, cobram um valor alto por isso. Achei que não valia arriscar… a chance de encontrar um bom hotel, bem localizado, com estacionamento e diárias a um preço razoável existe, mas não é das maiores.

      Uma boa alternativa é reservar os seus hotéis com cancelamento grátis através do Booking (http://www.booking.com). Existem várias boas opções que permitem cancelamento ou alterações, livres de taxa, até 1 ou 2 dias antes do início da estada. Nesse caso, você pode ir administrando as suas reservas ao longo da viagem mesmo. 🙂

      Por outro lado, se você estiver pensando em incluir Vegas no seu roteiro, por lá sim vale abrir mão da reserva antecipada. A Strip – melhor localização de hospedagem, na minha opinião – tem várias opções de hotéis e todos eles com um bom número de quartos. Os preços são bem atrativos e todos (ou quase todos) contam com estacionamento e, quando fomos, não cobravam nadinha a mais por isso. Pode se jogar! 🙂

      Espero ter ajudado!
      Uma linda viagem pra você!

  2. Cibele Cristina de Souza
    17 de Fevereiro de 2018 at 21:10 — Responder

    Muito obrigada pelo retorno. Nem tinha pensado na possibilidade do cancelamento grátis. Vou começar a pensar nisso. Minha idéia é fazer São Francisco, San Diego, Los Angeles e Las Vegas. Se Deus quiser essa viagem sai!

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