Alugar carro na Califórnia – Vale ou não a pena?

Se você está pensando em passar alguns dias por Los Angeles e arredores e tem dúvidas sobre alugar carro na Califórnia ou não, esse artigo é pra você. Se você planeja uma road trip pela Califórnia, certamente já se decidiu sobre o aluguel do carro mas, ainda assim, esse post também é pra você. Nos acabamos de voltar de uma road trip pelos Estados Unidos e, antes de falar sobre passeios, compras, hospedagem ou qualquer outra coisa, decidimos falar sobre a única coisa que nos deixou com dúvidas ao longo do planejamento: o carro. Vale a pena? Quanto vou gastar de gasolina? É fácil dirigir por lá? Posso usar minha carteira de motorista do Brasil? As estradas são boas? Quanto vou gastar de pedágio? Os estacionamentos são caros? São muitas dúvidas antes de fechar o negócio. Nós passamos por todas elas e encontramos as respostas. Veja nesse post se vale a pena alugar carro na Califórnia e as melhores dicas para quem está motorizado por lá.

O Imagina na Viagem recomenda o aluguel de carros pela plataforma RentCars. O site funciona como um buscador e tem parcerias com diversas locadoras de veículos em todo o mundo. Nele você consegue comparar preços, condições e ainda pode pagar em reais e sem incidência de IOF. Os preços são vantajosos e as reservas podem ser feitas com cancelamento grátis! Para pesquisar o melhor veículo para sua viagem é só clicar no banner abaixo!

 

 

VALE A PENA ALUGAR CARRO NA CALIFÓRNIA?

Essa é, sem dúvida alguma, uma das primeiras questões que nos fazemos quando começamos a planejar uma viagem. No nosso caso, como faríamos uma road trip (uma viagem de carro), o carro era indispensável. Mas, ainda que nossa ideia fosse conhecer apenas Los Angeles, certamente optaríamos sim pelo aluguel.

Los Angeles é uma cidade enorme, com centenas de atrações e coisas legais para ver espalhadas ao longo de seus mais de 1.300km². Diferente, por exemplo, de Paris, onde você consegue chegar a grande maioria dos pontos de interesse caminhando, os percursos de Los Angeles  e arredores costumam ser longos e exigem um meio de transporte mais rápido e eficiente que os seus pés. Rs… De Hollywood até Beverly Hills, por exemplo, são mais de 7km. Se, ao chegar em Beverly Hills você ainda tiver pique para estender mais um pouquinho a caminhada, pode percorrer mais 10,5km e chegar até Santa Mônica, que tal? Haja preparo físico, não é mesmo? O carro facilita e torna bem mais rápidos os deslocamentos.

Os transportem públicos também estão longe de ser a melhor opção. O metrô de Los Angeles conta atualmente com 6 linhas – incluindo a recém-inaugurada Expo Line que liga Los Angeles a Santa Mônica – e embora passe por alguns dos principais pontos da cidade e arredores, outros tantos ficam de fora de seus trajetos como, por exemplo, a glamorosa Beverly Hills.

Ônibus existem, mas é difícil vê-los nas ruas. Em 4 dias em Los Angeles conto nos dedos de uma mão as vezes que cruzamos com um ônibus (exceto os turísticos, claro). E, além do mais, você não vai querer estar dentro de um ônibus – com percurso inflexível – ou de um táxi, com o taxímetro rodando quando encarar os engarrafamentos de Los Angeles, certo?

Sim, a cidade tem o trânsito meio caótico nos horários de rush. E esse é mais um bom motivo para alugar um carro e – importantíssimo! – ter acesso à internet. O Waze é um aplicativo já super popular aqui no Brasil e quase todo mundo usa na hora de fugir do trânsito. Pois bem, ele funciona com a mesma eficácia nos Estados Unidos e nos livrou de engarrafamentos homéricos nos apontando caminhos alternativos. Indispensável.

Para o aficionados por carros, vale a pena lembrar também que no Estados Unidos é possível alugar carros espetaculares por preços tentadores. É a chance de dirigir uma máquina super potente sem precisar pagar um rim e dois olhos por isso. Em nossa última viagem, por exemplo, pagamos cerca de R$180 na diária de um Audi A6 já com todos os seguros incluídos, livre de franquia, com condutor adicional, km livre e mais uma série de facilidades… Para quem curte, pilotar uma caranga de 256 cavalos – que custa mais de 200 mil reais no Brasil – pode ser também uma das experiências mais legais da viagem.

© Imagina na Viagem
© Imagina na Viagem

Por fim, algo que talvez você não vá achar com tanta facilidade em outros sites… Los Angeles está longe, muito longe, de ser um lugar superseguro e tranquilo. Sim, a cidade é incrível (MESMO!), eu amei e já quero voltar. Beverly Hills e Santa Mônica (que já são outras cidades, diga-se de passagem) são daqueles lugares que você sente vontade de passar o resto dos dias de sua vida. Porém, em algumas regiões de Los Angeles, como Koreatown, South Los Angeles e até mesmo no Centro você poderá ficar surpreso com a quantidade de mendigos, pedintes e usuários de drogas (pesadas) na ruas. Nada muito diferente do que a gente vê aqui no Brasil, mas bem longe do que a gente imagina quando pensa em um dos lugares mais badalados dos Estados Unidos. Não, a gente não viu nada demais, nenhum assalto a mão armada, furto, brigas ou coisa do tipo… Mas a realidade impressiona. Em 2015, dados oficiais davam conta de mais de 25 mil moradores de rua vivendo na cidade de Los Angeles. A questão é, nesses lugares, talvez você possa se sentir um pouco inseguro nos transportes públicos, principalmente à noite.

Agora que a gente já deu a nossa opinião sobre alugar ou não um carro na Califórnia, aí vão algumas dicas para quem – como nós – pretende ficar motorizado nos Estados Unidos.

PEDÁGIOS

Grande parte das locadoras de carros, no momento da locação, oferecem aquela maquininha que permite passar direto pelos pedágios – algo como os nossos “Sem Parar” e “Passe Expresso”.

Pois anote aí… Se o seu roteiro passa por Los Angeles, São Francisco e Las Vegas – como o nosso – NÃO VALE A PENA PAGAR PELO PASSE EXPRESSO. Ao longo de toda a nossa viagem, em mais de 3.500km rodados pela California e Nevada, não passamos por nenhum pedágio. NENHUM.

As locadoras, geralmente, cobram uma diária pelo passe expresso, e não pelo uso. Assim, você acabará pagando por algo que não vai usar.

A dica é: utilize o Waze para se guiar e configure o aplicativo para apenas traçar rotas sem pedágio. No caminho de Los Angeles para São Francisco por exemplo, uma das freeways tem pedágio, mas usando o Waze você consegue traçar rotas alternativas – sem acrescentar quase nada no tempo da viagem.

OBS: Gente, essa dica é válida para quem viaja para a Califórinia, hein? Se o seu destino é a Flórida, por exemplo, talvez seja interessante sim pagar pelo passe expresso. Nas três vezes que estivemos na Flórida, optamos pelo passe expresso e ele nos pareceu vantajoso. Para demais destinos, o que você pode fazer é simular seus trajetos no Google Maps e verificar a quantidade de pedágios no caminho. Sabendo a quantidade de pedágios e o valor deles, fica fácil estimar os custos e comparar com o valor que você pagará pelo passe expresso disponibilizado pela sua locadora.

EXPRESS LANES E POOL CAR

Dirigir pelos Estados Unidos é mole, basta ficar de olho nas placas e você não terá problemas. Tudo é muito bem sinalizado. Inclusive o início das Express Lanes e do tal Car Pool.

As EXPRESS LANES são, como o próprio nome já diz, faixas expressas. E são exclusivas para quem tem a tal da maquininha do pedágio. E nem adianta se fazer de esperto, viu? As pistas são controladas por radar e a infração rende multas. Mas, então vale a pena alugar a maquininha do pedágio? Na minha opinião, não, continua não sendo um bom negócio. Estivemos por 4 dias em Los Angeles, rodando de carro em todos eles… vimos engarrafamentos cabulosos e, quando a coisa fica feia mesmo, até as faixas expressas param. Mais uma vez, a dica é apelar para o Waze, que calcula trajetos alternativos e te livra dos engarrafamentos sem cobrar nada mais por isso.

Já o CAR POOL é uma faixa exclusiva para carros com 2 ou mais ocupantes. Não precisa de maquininha, não precisa ser residente… Se o seu carro leva 2 ou mais pessoas, ele pode circular tranquilamente pelo CAR POOL. Essa foi a forma encontrada para estimular as caronas e diminuir o tráfego de veículos em alguns locais dos Estados Unidos. Funciona bem e é uma mão na roda quando o trânsito está lento.

Tanto as Express Lanes quanto a faixa de Car Pool, estão sempre localizados à esquerda da via e tem pontos certos de entrada e saída. Ou seja, não dá pra ficar mudando de faixa livremente. Esteja atento às placas, elas indicarão quando você poderá entrar ou sair dessas faixas exclusivas.

ESTACIONAMENTOS

Aqui a dica é se antecipar e pesquisar. Planeje seu roteiro de antemão e pesquise os estacionamentos que existem perto dos seus pontos de interesse. Os preços podem variar bastante de um para o outro e apenas a pesquisa poderá garantir uma economia.

© Imagina na Viagem
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Um exemplo é o Píer de Santa Mônica… Existe uma infinidade de estacionamento nas redondezas, e os preços têm uma grande variação. Quer ver? Estacionando no enorme estacionamento que existe ao lado do píer, no nível da areia, você pagará 12 dólares independente do tempo que ficar. Já no estacionamento que existe no píer mesmo, o valor é de 2 dólares por hora, sendo que o valor máximo cobrado não ultrapassa 10 dólares… Ou seja, sempre mais vantajoso. Se você ficar por lá duas horas, pagará apenas 4 dólares… se ficar por lá cinco horas ou mais, pagará o máximo de 10 dólares.

O site: Best Parking (www.bestparking.com) é uma mão na roda. Nele, você tem acesso a informações e tarifas de inúmeros estacionamentos pelo mundo. Dá pra garimpar os preços e já sair do Brasil sabendo direitinho onde deixar o carro.

© Imagina na Viagem
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Em São Francisco, idem. Os estacionamentos costumam ser caros, mas pesquisando é possível encontrar opções mais em conta e fazer alguma economia. O estacionamento do Fisherman’s Warf, por exemplo, tem parceria com alguns restaurantes nos arredores e dá gratuidade para clientes desses estabelecimentos. Na entrada no estacionamento você encontrará uma lista dos restaurantes participantes… Mas atenção, a gratuidade é válida apenas por algumas horas (a depender do dia da semana) e, mesmo que o seu ticket tenha sido carimbado no restaurante, antes de sair do estacionamento é preciso validar o ticket, hein?

PREÇO DO COMBUSTÍVEL

A gente sabe que o quanto você vai gastar em combustível é uma informação que vai variar em função da quantidade de quilômetros rodados, da autonomia do carro que você vai alugar e, claro, do valor do litro do combustível.

Tendo um roteirinho pronto e o aluguel do carro feito, é possível estimar as duas primeiras variáveis… Agora só falta saber o preço do combustível.

O site Gas Buddy (www.gasbuddy.com) é um bom aliado nessa hora. Você consegue pesquisar, através do CEP, do endereço ou mesmo localizando no mapa o valor cobrado pelo combustível nos postos de gasolina mais próximos da sua localidade.

O Waze (mais uma vez ele!) também dá uma boa ajuda. Estando por lá, basta pesquisar por “posto de combustível” que ele relaciona os mais próximos e aponta o valor da gasolina em cada um deles.

 

CARTEIRA DE MOTORISTA OU PID

O assunto é polêmico. Há quem viaje pros Estados Unidos tranquilamente portando apenas passaporte e CNH. Eu mesma já fiz isso algumas vezes… Não é usual que as locadoras, ou mesmo as autoridades de trânsito locais, solicitem a apresentação da PID permissão internacional para dirigir – mas, como o seguro morreu de velho, hoje em dia eu sempre levo a PID comigo.

O processo para obtenção da Permissão Internacional para Dirigir é simples e rápido e, pra mim, valeu a pena ter feito. Viajo muito mais tranquila e segura sabendo que tenho em mãos todos os documentos que possam vir a ser exigidos, ainda que na maioria das vezes não sejam.

Se você quiser saber mais sobre a PID e sobre o processo de obtenção desse documento, recomendo a leitura do post: PID – Permissão Internacional para Dirigir. O que é e como solicitar?

ESTRADAS

No que diz respeito às estradas, devo dizer que encontramos muitas delas esburacadas, faltando pintura no asfalto… Por outro lado, são sempre muito bem sinalizadas e os motoristas costumam ter hábitos seguros ao volante e respeitar bastante as leis de trânsito, o que já facilita muito e faz com que a direção nos Estados Unidos seja muito mais tranquila do que aqui.

Respeitando os limites de velocidade, estando atento às sinalizações e sabendo de antemão os caminhos à seguir – um GPS é fundamental nessas horas – dirigir na Califórnia, bem como nos outros estados dos EUA, não tem erro. Pode ir tranquilo e aproveitar sua viagem, afinal de contas, um país tão grande e rico paisagens deslumbrantes e únicas, reserva surpresas deliciosas para quem resolve explorar suas rotas.

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© Imagina na Viagem

E já que estamos falando de estradas… mais uma dica esperta: estando na Califórnia, não deixe de cruzar a Highway 1 – ou Pacific Coast Highway como ela também é chamada -, embora a estrada não seja das melhores e faça com que o trajeto seja mais demorado em razão dos poucos pontos de ultrapassagem, o visual que se tem ali é algo estonteante e que precisa ser visto. O caminho é tão incrível que merece um post só pra ele… Então, fiquem de olho aqui no Imagina na Viagem que em breve contaremos tudo o que vimos ao longo da Pacific Coast Highway com dicas fundamentais para quem deseja percorrer a mais incrível estrada pela qual já passamos.

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1 comentários

  1. Lucia
    23 de setembro de 2016 at 11:14

    Adorei a matéria 🙂

  2. karol
    27 de setembro de 2016 at 03:17

    boa noite marina, onde voce alugou o audi livre de franquia? estou indo para los angeles agora no inicio de outubro e estou na maior duvida de onde alugar.. com medo do caução ser alto e etc.. voce pode me dar alguma dica? brigada desde ja

  3. 28 de setembro de 2016 at 13:50

    Oi Karol, tudo bem?
    Sim, o aluguel do Audi foi com isenção de franquia. A gente sempre opta por gastar um pouquinho mais na contratação do melhor seguro disponível (proteção ao carro (LDW) e a terceiros (ALI) apenas. A proteção aos ocupantes do veículo (PAI) a gente dispensa pois viajamos já cobertos pelo seguro / assistência saúde) para ter mais tranquilidade durante a viagem.
    Nos Estados Unidos eu já aluguei com a Sixt algumas vezes (sendo uma delas o Audi) e também com a Avis. A primeira costuma, vez ou outra, fazer umas promoções bem interessantes – além de ter a opção de contratação do seguro com isenção de franquia mesmo em carros mais caros. Vale dar uma olhada. =)

  4. 28 de setembro de 2016 at 13:50

    Oi Lucia! Fico muito feliz que tenha gostado! 🙂

  5. 1 de outubro de 2016 at 16:26

    Ainda não conhecia o Best Parking, mas certamente vai entrar pros favoritos agora. 🙂 Sempre sofro pra achar estacionamento enquanto estou viajando. rsrsr

  6. 1 de outubro de 2016 at 17:06

    Cheguei a pesquisar voos entre as cidades da costa, mas realmente não valia a pena.. Sem contar que fazer uma road trip na Califórnia é um clássico! 🙂

  7. 1 de outubro de 2016 at 18:19

    Eu fiz esse trajeto de carro também e super vale a pena! Ainda mais com o trajeto que maravilhoso e dá vontade de parar a cada km para contemplar a paisagem!

  8. Dani Bispo
    1 de outubro de 2016 at 19:44

    Post super caprichado. Não conhecia o car pool e achei a ideia incrível
    . Viajei de carro pela Califórnia e sinceramente, não me imagino fazendo diferente

    Bjs
    Dani Bispp

  9. 2 de outubro de 2016 at 00:48

    Parabéns pelo post, super completo, um achado pra quem quer informação a respeito. Nós também viajamos por aquela região de carro. Realmente, não dá pra fazer turismo por ali de forma satisfatória sem um veículo na mão, é muito mais prático.

  10. 2 de outubro de 2016 at 09:15

    De factos transportes públicos nos EUA deixam a desejar na maior parte das cidades e o carro torna-se peça chave, obrigado pelas dicas !

  11. 2 de outubro de 2016 at 12:04

    Eu alugaria o carro só para dirigir um Audi nos EUA. hahaha.

    Brincadeiras a parte, a praticidade de um carro é algo para se considerar nesses casos, né? Embora não seja sempre, porque, particularmente, detesto dirigir. Ainda mais se for em trânsitos caóticos!

  12. 2 de outubro de 2016 at 21:33

    Ótimas dicas! Realmente a praticidade de estar de carro é indiscutível. Facilita bastante na hora de conhecer novos lugares!

  13. 2 de outubro de 2016 at 22:51

    ótimas dicas! alugar carro só quando for sair da cidade grande, vi ali que é meio perigoso a noite…mas pra isso q existe uber né hauehae

  14. 3 de outubro de 2016 at 01:29

    Que post completíssimo, muito, mas muito bom. Adorei. Eu morei na California em San Francisco e durante o tempo que vivi lá, sempre alugava carro para as road trips que por sinal é uma delicia. Viajar pela Highway 1 é como um sonho, e em um carro confortável, até mesmo um convencível é ainda melhor, e como você mencionou, muito mais barato se comparado com o Brasil. E sobre a PID, realmente surgem dúvidas, mas o que posso dizer é que quando eu fui tirar minha habilitação da California, a moça da DMV havia me tido que a PID era a mesma coisa que nada no estado, pois ela não era válida lá, eles só aceitam nossa CNH do Brasil (isso em 2014, talvez as regras tenham mudado até os dias de hoje).
    Abraços

  15. 3 de outubro de 2016 at 02:16

    Confesso que meu foco seria cruzar a Pacific Coast! Um sonho….

  16. 31 de outubro de 2016 at 15:10

    Oi Josiane, tudo bem?
    Então, a CNH é imprescindível sempre. A PID complementa, mas não substitui a CNH. Na verdade, em termos práticos, ela funciona como uma tradução da CNH para diversas línguas. O indicado é viajar sempre com os dois documentos. Conforme o próprio site do Detran-RJ informa (http://www.detran.rj.gov.br/_documento.asp?cod=4646), os Estados Unidos, como país signatário da Convenção de Viena, podem exigir a PID dos turistas brasileiros. E imagina ser pego desprevenido na hora da locação do veículo ou, ainda, em abordagens na estrada? Brabo, né? Como prevenir é sempre melhor do que remediar e o processo de obtenção é super simples, acho que não vale a pena arriscar! 😉

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